ONG PALMEIRINHA ACOMPANHA ATIVIDADES DO PROJETO MANGAL PARA O CLIMA E OS OCEANOS

Entre os dias 6 e 10 de novembro de 2025, a ONG Palmeirinha realizou uma missão de seguimento e monitorização das atividades do Projeto MCO – Ano 03, em sete comunidades de intervenção. A missão contou com a participação de técnicos da ONG Palmeirinha, da EAPP, da DRA, bem como das equipas de comunicação social e logística.

O principal objetivo da missão foi avaliar o andamento das atividades, reforçar a gestão transparente e participativa das iniciativas comunitárias e acompanhar o funcionamento dos equipamentos geradores de rendimento disponibilizados pelo projeto. Para o efeito, foram realizadas reuniões comunitárias e institucionais, promovendo o diálogo direto com os beneficiários e os responsáveis locais.

Durante a missão, foram efetuadas visitas aos centros de produção, nomeadamente de mel, sal solar e campos hortícolas, permitindo verificar o nível de produção e identificar constrangimentos. Destaca-se ainda a instalação de uma nova máquina de descasque de arroz na comunidade de Cumebu, ação que visa melhorar a transformação local do arroz e reforçar a segurança alimentar.

A missão incluiu igualmente o acompanhamento da construção de fogões melhorados, contribuindo para a redução do consumo de lenha e a proteção dos recursos florestais, bem como a realização de ações de reflorestação de mangal nas comunidades de Cumebu e Sua, com forte envolvimento da população local.

Principais Resultados Alcançados

-Abertura de depósitos bancários para reforçar a segurança e a transparência das receitas comunitárias;

-Introdução de ferramentas de controlo financeiro e termos de responsabilidade para os beneficiários dos equipamentos;

-Reforço da gestão comunitária dos equipamentos do projeto, como motocarros, pirogas, máquinas de descasque de arroz e venda de mel;

-Plantação de 993 plantas de mangal (Avicennia), com a participação ativa de homens e mulheres das comunidades beneficiárias.

A missão de seguimento contribuiu para o fortalecimento da organização comunitária, a melhoria da transparência na gestão dos recursos, o aumento da responsabilidade coletiva e a proteção ambiental nas zonas de intervenção do Projeto, reforçando o seu impacto no desenvolvimento sustentável das comunidades envolvidas.

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